Nesta quarta-feira, 15 de outubro,
comemora-se o dia do Professor no Brasil, data consagrada à educadora Santa
Teresa de Ávila. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais
(Inep) presta o reconhecimento ao trabalho de todos os docentes que, ao longo
da história do país, contribuíram para a formação e o desenvolvimento do povo
brasileiro.
De acordo com a Sinopse Estatística da
Educação Básica de 2013, a atividade de docência é exercida no Brasil por
2.141.676 pessoas. Em nível de graduação e pós-graduação, segundo o Censo da
Educação Superior do mesmo ano, 367.282 profissionais atuam em funções
educadoras — aproximadamente 48,84% trabalham em tempo integral; 25,36%, em
tempo parcial e 25,78% são horistas.
A maioria dos 367 mil docentes da
educação superior (321 mil) tem mestrado ou doutorado. Nos últimos dez anos, o
número de mestres e doutores na rede pública cresceu 90% e 136%,
respectivamente.
Data — A origem da data remete a D.
Pedro I. Com um decreto imperial, em 1827, ele criou o ensino elementar no
Brasil. O documento determinava que “todas as cidades, vilas e lugarejos
tivessem suas escolas de primeiras letras”. O texto regulamentava ainda a
descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que
todos os alunos deveriam aprender e até como os docentes deveriam ser
contratados.
Após 120 anos desse decreto imperial,
ocorreu, em 1947, a primeira comemoração dedicada ao professor. A ideia de
fazer do dia um feriado surgiu em São Paulo, com o professor Salomão Becker. À
época, ele propôs reunião com toda a equipe da escola em que trabalhava para
que fossem discutidos os problemas da profissão, planejamento das aulas e
trocas de experiências. Segundo o discurso de Becker, “professor é profissão;
educador é missão”.
A celebração foi oficializada
nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal nº 52.682, de 14 de
outubro de 1963.
Autor: Inep

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